Feridas que pregam, ou Cristo que cura?
Ele cura os de coração quebrantado e trata das suas feridas.” (Salmos 147:3)
só Deus pode transformar feridas em testemunho e nos capacitar a ministrar a partir da cura.
Esses dias estou lendo o livro “Mente tranquila, alma feliz” da Joyce Meyer, e ele me levou a refletir profundamente. Comecei a me autoanalisar e percebi algo que pode ser uma armadilha para qualquer um de nós que serve a Deus: muitas vezes levamos para o ministério não a cura de Cristo, mas as nossas feridas.
Isso me fez pensar na minha própria história. Já vivi momentos em que, em vez de compartilhar a esperança e a verdade do evangelho, acabava deixando transparecer dores e marcas do passado. Sem perceber, minhas palavras eram mais fruto da minha alma ferida do que do coração de Deus.
O Senhor lembrou: “Ele cura os de coração quebrantado e trata das suas feridas” (Salmos 147:3). O chamado de Cristo é para que primeiro sejamos curados, e então levemos a cura. Porque quando falamos a partir das nossas feridas abertas, corremos o risco de ferir outros. Mas quando falamos a partir da cura que recebemos dEle, nossas palavras se tornam bálsamo e vida.Por isso quero deixar esse alerta: vamos ficar ligados e atentos para não cair nessa armadilha! Nosso testemunho é poderoso quando Cristo é o centro, e não a dor. Que o nosso ministério seja sempre reflexo da cura de Deus, e não palco para expor feridas.

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