Aprendendo a Ser Grato Mesmo no Meio do Caos
Como a gratidão pode transformar sua forma de enxergar a vida, mesmo nos dias mais difíceis
Você já percebeu como a gente se acostuma a reclamar? Se o dia está nublado, a gente reclama. Se faz sol demais, também. Se alguém demora a responder, se o trânsito trava, se as coisas não saem como a gente planejou... lá estamos nós: murmurando, reclamando, exigindo. Parece que nada nunca é o suficiente. Mas e se o problema não for o que acontece fora, e sim o que está desorganizado dentro?
A Bíblia diz: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (1 Tessalonicenses 5:18).
E se a gratidão não for só uma “atitude positiva”, mas uma forma de reconhecer que a vida não gira em torno das nossas vontades? E se você parasse de focar no que te falta e começasse a perceber tudo o que já tem?
Não estou falando de fechar os olhos para a dor, fingir que está tudo bem ou viver num mundo cor-de-rosa. Estou falando de ser grato até no caos. Estou falando de escolher confiar que Deus está operando em todas as coisas para o bem dos que O amam — mesmo quando você ainda não entende.
E se Deus for mais real do que você imagina? E se essa gratidão que surge quando você vê o pôr do sol, quando alguém te perdoa ou quando você respira fundo e sente paz... for um reflexo da bondade de Deus, que derrama graça mesmo sobre quem ainda não crê n’Ele?
“Em tudo dai graças...” — não por tudo, mas em tudo. Porque há um Deus que não perde o controle, mesmo quando você sente que perdeu o chão.
Pense nisso: O que te impede de ser grato hoje? Você está esperando que tudo se resolva para só então agradecer? E se a gratidão for justamente o que vai transformar a sua forma de enxergar a vida?
Tenha só uma conversa honesta com Deus:
“Deus, eu nem sei se sei falar contigo direito. Mas se o Senhor está me ouvindo… obrigado por ainda me sustentar, mesmo quando eu não percebo. Me ensina a ver além das minhas queixas. E, se possível… me mostra que Tu és real. Em nome de Jesus, amém.”
Por: Alba Ferreira

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